10 de jun. de 2012

Oração de Hoje: 10/06

Por favor ore por...
Pais sustentarem e protegerem seus filhos e amarem suas esposas. Que meninas brasileiras tenham infância e adolescência protegida de abusos e estupros.

9 de jun. de 2012

Armadura de Deus

No primeiro dia do Forum do Projeto Ana Internacional, dia destinado à oração, algumas líderes compartilharam sobre a Armadura de Deus, descrição em Efésios 6. Ela esteve presente nos demais dias do encontro.

Oração de hoje: 09/06

Por favor ore por...

Vítimas do tráfico, que provavelmente não conseguem pedir ajuda às autoridades por conta própria, porque na maioria das vezes são imigrantes sem documentação e temem tanto os traficantes quanto as autoridades.

8 de jun. de 2012

Entrevista Trans World Radio


Foi um privilégio sermos entrevistadas na Trans World Radio para compartilharmos sobre o Projeto Ana Brasil.
Celina e Lebo
 
Susie e Celina
Como locutoras do Mulheres de Esperança, eu, Celina Rempel, Coordenadora Nacional, e Susie Pek, Produtora do programa em Português, testemunhamos dos contatos que recebemos por carta e emails em resposta das mensagens levadas ao ar. Momentos que lembramos de cada um dos ouvintes preciosos:  vocês!

Oração de hoje: 08/06

Por favor, ore por...

Mulheres sofrendo com doenças sexualmente transmissíveis (DST), relacionadas à AIDS, má nutrição, tuberculose e problemas de saúde ligados a repetidos estupros e abortos, fruto da prostituição forçada.

1 de jun. de 2012

JUNHO 2012: Orando por vítimas de escravidão

A escravidão moderna acontece em 160 países, muito provavelmente em seu país, e talvez até em sua comunidade. É estimado que  existam entre 10 e 27  milhões de escravos nos dias atuais. Quase metade desse número foi vendida como escravo por pessoas que os conheciam e em quem confiavam. Escravas não trabalham somente em prostíbulos, mas também em fábricas, restaurantes, salões, casas e fazendas. Alguns dos produtos que você compra provavelmente são produzidos por escravos. 

Em alguns países, meninas vendidas como noivas, na verdade viram escravas dos maridos e de suas famílias. Outras são dedicadas ou vendidas num ritual para serem usadas como prostitutas religiosas (escravas sexuais) na comunidade e no templo. Crianças são sequestradas e usadas como mendigas, soldadas e servas. Não conseguem voltar para casa, são espancadas e comem restos.

Em algumas culturas, escravos, e muitas vezes seus mestres, aprendem através dos sistemas religiosos e sociais que não há nada de errado em possuir e explorar pessoas. Até que esses costumes sejam questionados, as vítimas aceitam a escravidão como algo natural e permanecem escravos por causa das famílias, tribos ou castas a que pertencem.

Controlados pelas drogas ou por ameaças psicológicas afirmam que voltarão envergonhados para a pobreza ou que suas famílias sofrerão se não cumprirem ordens ou reclamarem com alguém.

Na maioria dos países, é ilegal comprar e vender seres humanos e a questão até gerou um número considerável de prisão e processos nos últimos anos.

Tomar consciência dos fatos terríveis é o começo do fim da escravidão. Através do ministério do Projeto Ana, milhares de pessoas têm recebido informação sobre como se aproximar de mulheres que caem na armadilha da escravidão. Milhares estão fervorosamente orando pelas vítimas, pelos que as vendem e pelas autoridades que os prendem!

29 de mai. de 2012

Forum do Projeto Ana Internacional

Forum do Projeto Ana Internacional começa hoje na sede da Trans World Radio nos EUA. Ontem tivemos um dia inteiro voltado para oração!



3 de mai. de 2012

MAIO 2012: Orando por mulheres na Índia e Nepal


Violência doméstica, crueldade com viúvas, mortes por causa de dotes, tráfico, estupros e abortos de meninas são práticas culturais que destroem vidas na Índia e Nepal.

É estimado que todos os anos entre 5.000 e 12.000 nepalesas com menos de 16 anos de idade sejam vendidas como escravas na Índia, no Oriente Médio, Hong Kong, China e outros países. Muitas são compradas por bordéis para servir mais de 30 homens por dia e são torturadas se não o fazem. As poucas que retornam para o Nepal enfrentam memórias de sua terrível provação. São rejeitadas pelas famílias que as venderam ou lutam contra doenças que definham seus corpos por causa da AIDS.