22 de mar de 2009

Projeto Ana participa do AMME Evangelizar

O Projeto Ana esteve presente no encontro Nacional da AMME Evangelizar, realizado nos dias 20 a 22 de março de 2009, que aconteceu em São Paulo, sob a liderança do fundador da AMME Evangelizar, Pr. José Bernardo. Com o tema Santificação e Evangelização na pós-modernidade palestraram também Dr. Russel Shedd, Ronaldo Lidório e Rubens Muzio. 

Para o Encontro Nacional de 2009 a AMME apresentou algumas instituições com que está em crescente aproximação para diferentes níveis de parceria. A AMME considera a parceria estratégica algo que beneficia e contribui para o crescimento do Reino de Deus. É o caso do Projeto Ana, ministério da Rádio Trans Mundial, com o qual a AMME escolheu para beneficiarem-se mutuamente e administrar juntas alguns recursos. 

Acompanhada por Susie Pek, produtora do “Mulheres de Esperança”, a coordenadora nacional, Celina Rempel apresentou o Projeto Ana para cerca de 200 participantes. Foi impactante para os presentes os dados estatísticos sobre a violência e o abuso que sofrem as mulheres em todo o mundo: 

• 66% de todos os analfabetos no mundo são mulheres. 

• Violência doméstica afeta mulheres em todos os países e culturas. 

• Na Índia – 56% das mulheres acreditam que merecem serem abusadas pelos maridos. 

• Na África – A cada 60 segundos uma mulher é estuprada. 

• Na China: 500 mulheres cometem suicídio cada dia. Menininhas são abortadas e assassinadas em grande escala como medida de controle da super população. 

• No Brasil : No Norte e Nordeste: meninas são vendidas para prostituição por seus próprios pais. Em São Paulo, a cada 18 segundos uma mulher sofre violência doméstica. 

Além disso, Celina expôs que o rádio é um impactante meio de comunicação, excelente para evangelismo. “É um instrumento pessoal, no qual o ouvinte sente-se único e valorizado. Estamos usando a mídia para anunciar às mulheres que elas têm valor. Um valor que deve ser resgatado hoje também, como Jesus o fez ao deparar-se com mulheres antes discriminadas em suas culturas. Nós, brasileiras e mulheres de língua portuguesa precisamos sentirmos compreendidas e termos a possibilidade de relacionarmos com o amor de Cristo em suas necessidades. Através do “Mulheres de Esperança” estamos levando boas notícias às mulheres!”